Palmas, 11/12/2017

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Programa de Balneabilidade atesta qualidade das praias de Palmas para atividades recreativas

  • O controle da balneabilidade é realizado pela Fundação Municipal de Meio Ambiente (FMA), atendendo as especificações da Resolução 274/2000, do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama)

Luciana Pires

Programa de Balneabilidade atesta qualidade das praias de Palmas para atividades recreativas



Georgethe Pinheiro

O último boletim do Programa de Balneabilidade das Praias de Palmas, referente ao mês de Julho foi divulgado nesta segunda-feira, 31 e atestou que todas estão em condições adequadas para atividades recreativas de contato primário, entre estas, banho, recreação, mergulho, esqui-aquático. O controle da balneabilidade é realizado pela Fundação Municipal de Meio Ambiente (FMA), atendendo as especificações da Resolução 274/2000, do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama).
 
As coletas para o monitoramento da balneabilidade foram realizadas entre os dias 19, 20, 25, 26 e 27 de julho para embasar a emissão do 3º Boletim de Balneabilidade do mês de julho. O parâmetro analisado para a balneabilidade das praias é o NMP (Número Mais Provável) de coliformes fecais por 100 ml.
 
Conforme a resolução Conama 274/2000, as condições de balneabilidade serão definidas como própria quando em 80% ou mais de um conjunto de amostras obtidas em cada uma das cinco semanas anteriores, colhidas no mesmo local, houver no máximo 800 Escherichia coli por 100 mililitros, e imprópria quando não atendidos os critérios estabelecidos para águas próprias, quando o valor obtido na última amostragem for superior a 2000 Escherichia coli ou quando existirem ocorrências que possam ocasionar risco à saúde dos banhistas.
 
"Temos sido vigilantes para garantir que a qualidade da água esteja sempre em boas condições e este cuidado se estende a todas as nossas ações de preservação do meio ambiente da Capital", avaliou o presidente da FMA, Evercino Moura dos Santos Júnior.
 
As amostras são coletadas pelos técnicos da Fundação Municipal de Meio Ambiente e enviadas para o Laboratório de Microbiologia Ambiental da Universidade Federal do Tocantins (Lambio), onde as análises são realizadas.


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