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JUSTIÇA

A defesa de Wanderlei Barbosa protocolou uma sustentação oral na noite de ontem (9), na qual argumenta pela manutenção da liminar

Divulgação/Secom.

Julgamento da manutenção da liminar do governador Wanderlei Barbosa aguarda julgamento da Segunda Turma do STF.
O julgamento da liminar que determinou o retorno de Wanderlei Barbosa ao cargo de governador do Tocantins entrou em pauta na Segunda Turma do Superior Tribunal Federal (SFF), nessa quarta-feira, 10, em sessão virtual, e deve se estender até amanhã, 11 de dezembro.
Até o momento, o julgamento está em andamento e ainda não foi dado o resultado definitivo sobre a manutenção ou revogação da liminar concedida pelo ministro Nunes Marques, que permitiu o retorno do governador ao cargo na última sexta-feira (5).
A defesa de Wanderlei Barbosa protocolou uma sustentação oral na noite de ontem (9), na qual argumenta pela manutenção da liminar, citando pareceres da Procuradoria-Geral da República (PGR) contrários ao afastamento e destacando que a Polícia Federal (PF) não indicou movimentação financeira ilícita dos investigados. Os ministros da Segunda Turma do STF estão votando no plenário virtual, e o resultado final será divulgado após o término do prazo da sessão.
O governador Wanderlei Barbosa (Republicanos), ficou afastado do cargo por três meses, de setembro a dezembro quando retornou ao governo por determinação do ministro Nunes Marques do STF que acatou liminar impetrada pela defesa do governador.
Entenda
  • Data do afastamento: 3 de setembro de 2025, por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), inicialmente por um prazo de 180 dias, no âmbito da Operação Fames-19.
  • Período de afastamento: Três meses (92 dias). Durante esse tempo, o vice-governador Laurez Moreira assumiu interinamente o governo.
  • Data do retorno: 5 de dezembro de 2025, após o ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), conceder uma liminar suspendendo o afastamento e autorizando seu retorno imediato ao cargo.
  • Situação atual: Wanderlei Barbosa reassumiu oficialmente o governo do Tocantins em 5 de dezembro e já está exercendo suas funções. A decisão liminar de Nunes Marques ainda deve ser analisada pela Segunda Turma do STF.

Da redação.

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