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Profilaxia

O medicamento Profilaxia Palivizumabe é oferecido gratuitamente em Palmas e Araguaína

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Erlene Miranda – Governo do Tocantins

Com o objetivo de reduzir as internações de bebês prematuros que possuem broncodisplasias e cardiopatia congênita, a equipe do Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR) iniciou na terça-feira, 24, a aplicação do medicamento Profilaxia Palivizumabe. 23 bebês receberam a medicação. Destes, oito seguem internados na unidade hospitalar e 15 recebem acompanhamento no ambulatório da maternidade.

Conforme informações da equipe do HMDR, de janeiro a maio deste ano, há previsão inicial que 43 crianças recebam doses do medicamento Profilaxia Palivizumabe. O uso do fármaco em crianças prematuras mostrou a redução significativa de internações deste público, sendo aplicadas cinco doses no período sazonal.

A enfermeira responsável pela aplicação do medicamento no HMDR, Camila Barros de Miranda e Silva, explica que “nós dispomos de três polos para aplicação do medicamento, no HMDR realizamos aplicação em bebês até um ano. Já na ala infantil do Hospital Geral de Palmas (HGP), são feitas a manipulação de doses em crianças de um a dois anos, e em Araguaína para todas as faixas etárias”, afirmou, acrescentando que “não atendemos apenas crianças da rede pública, caso seja feita indicação pediátrica para o uso do remédio, o médico realiza o encaminhamento do privado para nós”.

O pequeno Wevert Roberto Sousa da Conceição, de apenas 11 meses, morador de Porto Nacional, recebeu a última aplicação do Palivizumabe. A mamãe, Gleide Marina Sousa da Silva, conta que “ele nasceu com apenas 28 semanas e cinco dias no HMDR, com apenas 705 gramas, ficou entubado e depois de mais 100 dias teve alta, só que ficou com broncodisplasia, e roncava muito, as enfermeiras falaram que ele precisava tomar a medicação, e depois da aplicação do remédio o ronco sumiu e ele melhorou bastante”, contou.

A mamãe Rafaela Santos Sobrinho, trouxe o pequeno Calebe Santos Dias, para realizar a primeira aplicação do Palivizumabe. “Eu moro em Abreulândia, fiz o pré-natal lá, mas o parto foi aqui no Dona Regina, o Calebe nasceu com 30 semanas, ficou dois meses internados na UTI, e tive que ficar na Casa de Regina todo esse período. Por ter sido prematuro, ele teve broncodisplasia, e a médica indicou para ele tomar a medicação”. A mãe conta que foi bem atendida na unidade “eu sempre indico a gestante ter bebê aqui, pois fui bem tratada”.

Enfermeiras compartilham experiência

As enfermeiras responsáveis pela aplicação do medicamento Profilaxia Palivizumabe, no Hospital e Maternidade Dona Regina (HMDR), Shirley Mota, Nádia Hellen Arantes e Camila Barros realizaram o relato de experiência exitosa ‘Profilaxia Palivizumabe no Hospital e Maternidade Dona Regina’. O objetivo do relato é divulgar a importância da medicação para melhor o quadro clínico do público-alvo. As enfermeiras já realizaram apresentações da experiência em mostras de conhecimentos e seminários.

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