Thursday, 04 de June de 2020

ESPORTE


Arbitro que foi banido afirma inocência e que vai recorrer da decisão do STJD

13 Feb 2009

O árbitro Françuar Fernandes da Silva, que foi julgado pela Segunda Comissão Disciplinar do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) na última terça-feira e teve seu nome banido do futebol em decisão da comissão por suposta tentativa de suborno em jogos do Campeonato Brasileiro da Série B em 2008, voltou a negar qualquer tipo de envolvimento nos casos citados na reportagem.

Ele disse que seu advogado, o carioca José Diniz, entrou ontem (quinta-feira) com um recurso contra a decisão. O árbitro afirmou ainda que ainda poderá ser inocentado no Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva como ocorreu no ano passado, citando que o resultado dos auditores da Comissão ainda não representa a decisão final no processo.

A Comissão é a primeira instância, mas o julgamento ainda irá para o pleno, que é a cúpula do STJD. O julgamento deverá acontecer em definitivo até o final do mês de março.

“Não tenho mais pretensão de voltar a apitar jogos do Campeonato Brasileiro até porque este ano já iria completar o meu tempo no quadro da CBF, mas vou entrar com recurso porque tenho certeza da minha inocência e de que jamais cometi qualquer irregularidade, muito menos estas que estão me acusando”, afirmou.

Françuar disse que dedicou 21 anos de sua vida a arbitragem roraimense e da Confederação Brasileira de Futebol, lembrando que jamais iria sujar seu nome justamente no ano em que encerraria a sua carreira como árbitro profissional.

“Todos os anos dedicados à Federação Roraimense e CBF são esquecidos neste momento. Tenho fé em Deus e na hora certa a verdade virá à tona. Os amigos que me conhecem, as pessoas que conviveram e convivem comigo sabem que eu seria incapaz de realizar tal delito. Aos que não acreditam em mim digo a eles que a verdade vai aparecer”, lamentou.

Françuar reclamou que não teve o mesmo direito de defesa do que as pessoas que o acusaram tanto no julgamento quanto na mídia.

“Eu nunca tive qualquer contato com estes profissionais para falar de suborno a quem quer que seja. Não existe nenhuma prova contra a minha pessoa. Nenhuma das pessoas que estão me acusando foi ouvida e vamos provar isso no julgamento quando o processo chegar no pleno do STJD”, complementou. (Com informações da Folha de Boa Vista)

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