Sunday, 22 de September de 2019

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Ayres parabeniza profissionais de educação física e pede aprovação de proposta apresentada

07 Sep 2019    13:17    alterado em 07/09 às 13:17
Ayres parabeniza profissionais de educação física e pede aprovação de proposta apresentada

O deputado estadual Ricardo Ayres (PSB) apresentou, na manhã desta quarta-feira, 04, uma moção de aplausos a todos os profissionais de educação física do Estado, uma homenagem aos 21 anos de regulamentação da profissão, comemorados no último dia 1° de setembro. Ayres ainda usou a tribuna para pedir o apoio dos demais parlamentares para a aprovação do Projeto de Lei, de sua autoria, que tramita na Casa e beneficia os personal trainers.

O parlamentar destacou a importância dos profissionais de educação física na promoção da saúde, bem estar e lazer para a população, tendo o trabalho reconhecido pelo Conselho Nacional de Saúde. Ainda segundo ele, a atuação dos Profissionais de Educação Física não se limita às academias, estando presente em escolas, laboratórios, hospitais, clubes e associações. “Os Profissionais de Educação Física têm uma significativa contribuição para que o Tocantins permaneça como um estado de pessoas saudáveis e adeptas das práticas esportivas. Palmas é a capital brasileira com as menores taxas de obesidade, excesso de peso e hipertensão, sendo dados do Ministério da Saúde”, relembrou o deputado.

Projeto de Lei
O Projeto de Lei que tramita na Assembleia Legislativa, de autoria do deputado Ricardo Ayres, assegura aos profissionais de educação física, denominados personal trainers, o acesso gratuito às academias de ginástica do Tocantins, para o acompanhamento de seus clientes no intuito de orientar e coordenar suas atividades físicas. “Entendendo como abusiva a pratica efetuada por algumas academias de ginástica no estado que proíbem, ou condicionam a um acréscimo de valor na mensalidade, o acesso de profissionais da educação física, que atuam como personal trainers particulares, no atendimento de seus clientes”, explicou.

Ayres ainda destacou que a medida fere o Código de Defesa do Consumidor e pode ser considerada uma venda casada. Para ele, existem duas relações de consumo diferentes. “O cliente paga para usar a academia, e é direito dele poder usar o seu personal trainer, profissional que ele optou por contratar, sem ter que pagar a mais por isso. O personal vai a academia para orientar e coordenar as atividades dos seus clientes, não para usar os equipamentos, não é justo que ele tenha que pagar para trabalhar”, concluiu.

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