Sunday, 17 de November de 2019

ESTADO


Olimpíadas 2008

Brasileiríssimas contradições chinesas

21 Aug 2008

Purgatório da beleza e do caos. A cantora Fernanda Abreu poderia facilmente transportar os versos do seu hit Rio 40 Graus para o Oriente. Mas nada de Japão. Brasil e China têm mais em comum do que o fato de serem apontados como potências emergentes, ainda que os dragões chineses estejam milhares de quilômetros à nossa frente nessa corrida pelo crescimento econômico. Ambos ostentam contradições do tamanho de suas dimensões continentais.

Novo gigante da economia mundial, a China atrai agora olhares curiosos de todos, mesmo de quem jamais se interessou por sua história. País de 1,3 bilhão de habitantes, faz de sua capital Beijing (Pequim) palco da Olimpíada mais cara da história. Investimentos de US$ 40 bilhões numa nação onde um em cada oito habitantes vive em condições de pobreza.

Uma mostra da grandiosidade chinesa ganhou o mundo na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, realizada com beleza e emoção. Com precisão e arte, eles fizeram questão de frisar a invenção do papel, a ida do homem à lua, a descoberta da pólvora e da bússola. Os milenares chineses têm orgulho do que são e batem o pé: “a pólvora é nossa invenção, e não dos europeus”, como os livros de história ocidentais insistem em frisar.

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