Friday, 05 de June de 2020

ESTADO


Greve

Ceulp/Ulbra diz não ter previsão de pagamento

12 Mar 2009

Em assembléia geral realizada na última terça-feira, 10, no auditório do Centro Universitário Luterano de Palmas (Ceulp-Ulbra), os professores da instituição decidiram entrar em greve até que os salários de janeiro, fevereiro, o 13º e férias atrasados sejam pagos. No entanto, a greve passa a valer somente a partir de sexta-feira, 13, em respeito ao prazo legal de 48 horas para deflagrar a greve. Em nota, a assessoria de comunicação do Ceulp informou que as aulas serão mantidas durante esse período, e que o diretor havia convocado os coordenadores dos cursos na manhã desta quarta, 11, para discutir o recesso, mas não adiantou, porém, a previsão para o pagamento.

A crise financeira da instituição luterana se agravou em 25 de setembro de 2008 quando perdeu seu status de filantrópica. De lá, a instituição vem sofrendo com o número cada vez menor de egressos e, consequentemente, menor fluxo de caixa. “Há tempos a Ulbra vem sofrendo com a crise. Porém o reflexo disso veio mais tarde, e justamente nos salários dos professores”, pontuou uma professora que votou a favor da greve. Cerca de 150 professores participaram da última assembleia, que culminou na aprovação da paralisação. Mas a decisão não foi unânime: dos profissionais que participaram, 65 votaram contra.

De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores nas Escolas Particulares de Palmas e Região (Sinteppar-TO), a determinação da justiça confere que sejam bloqueados R$ 2 milhões na conta da universidade, como forma de assegurar os pagamentos. Segundo o presidente do Sintepar, Aníbal Fontoura, os professores só devem retornar ao trabalho quando todos os salários atrasados estiverem em dia. Ainda de acordo com o presidente, uma outra assembleia deve ocorrer na sexta-feira, às 19h, no Ceulp-Ulbra.

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