Friday, 25 de September de 2020

GERAL


Libras

Cursos vislumbram um futuro melhor para deficientes auditivos

10 Sep 2008

A inclusão social é uma realidade em todo o país e o ensino de Libras tornou-se condição essencial na formação continuada do professor. Em Palmas, o bilingüismo nas academias já está fazendo parte do cotidiano de professores e alunos. Um recurso que, além de permitir que alunos com deficiência auditiva tenham acesso ao aprendizado, facilita socialização desses no meio familiar e profissional.

A coordenadora do curso de especialização em Libras da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins), Rosângela Fernandes de Souza, explica que as aulas são regidas em Língua Portuguesa, e traduzidas em Libras por um intérprete. “O curso é dividido em duas partes: teoria e prática. Na teoria, estudamos História, Cultura, Psicologia. Na prática, estudamos os sinais em Libras”. Nesse caso, de acordo com a coordenadora, há, em sala de aula, um professor e intérprete (ouvinte) e um professor e instrutor (surdo) para assim facilitar o processo de comunicação.

Rosângela explica ainda que a demanda de profissionais, tanto de professores quanto de psicólogos, administradores e até advogados, fez com que a instituição abrisse novas vagas. “A procura pelo curso de Libras foi grande; em poucos dias, formou-se uma turma com 53 alunos. Normalmente uma turma de pós-graduação é formada com aproximadamente  45; nesse caso, abrimos exceção pela necessidade de qualificação desses profissionais”, diz.

Organizado pelo intérprete Anderson Carvalho da Silva, há também o Curso Básico de Libras da Universidade Federal do Tocantins (UFT), voltado para os profissionais das áreas de Educação, Saúde, Atendimento Social e Empresarial, e também para pessoas que desejam melhor a comunicação com familiares e amigos que apresentam surdez. O Centro de Capacitação de Profissionais da Educação e de Atendimento às Pessoas com Surdez (CAS), localizado no Centro de Ensino Médio de Palmas (CEM), está iniciando novas turmas neste segundo semestre. De acordo com o órgão, “o objetivo do curso é proporcionar uma maior integração do portador de necessidades com a sociedade”.

O Decreto que regulamenta a Lei nº 10.436/2002, que dispõe sobre o ensino e o uso da Língua Brasileira de Sinais, está caminhando para universalização dos institutos educacionais e até de empresas preocupadas com inclusão social, já que, para cumprir com a regulamentação do Ministério do Trabalho, essas têm que reservar de 2% a 5% das vagas para os portadores de necessidades especiais.

Uma proposta encaminhada pela Secretaria de Educação Especial ao ex-ministro da Educação, Tarso Genro, prevê que os cursos de formação de professores, do ensino médio e superior, e de Fonoaudiologia incluam o ensino da Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos componentes curriculares dos cursos, em caráter optativo. Só que, até agora, das cinco maiores instituições de Ensino Superior de Palmas, apenas a Unitins e a UFT aderiram à proposta.

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