Friday, 28 de February de 2020

GERAL


Meio Ambiente

Pequenas hidrelétricas podem afetar região do Jalapão

22 Feb 2011

Está em fase de estudo a implantação de Pequenas Centrais de Hidrelétricas (PCHs) na região do Jalapão, mas especificamente no rio Sono (encontro das águas) e rio Novo (Cachoeira da Velha). Para os que conhecem a cachoeira da Registro, em Taguatinga, outra região que como Dianópolis, possuem vários empreendimentos desse tipo, terá uma idéia do que acontecerá com esses dois principais pontos turísticos do Jalapão, caso o projeto seja aprovado.

Além interditar para visitação os locais impactados, as PCHs  podem afetar unidades de conservação de proteção integral. O Parque Estadual do Jalapão foi criado em 2001 e abrange uma área de quase 150 mil hectares, considerado como o maior parque estadual do Tocantins. A vegetação é predominantemente de cerrado ralo e campo limpo com veredas.  


Licença
Como não ocupam grandes espaços nem precisam de lagos gigantescos, as PCHs podem ser construídas enfileiradas. No estado, isto já está acontecendo nos municípios de Dianópolis, que possui oito PCHs no rio Palmeiras e outras tantas em Taguatinga. Ambas cidades ficam na região da Estação Ecológica da Serra Geral, portão de entrada para o Parque Estadual do Jalapão.

Segundo o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), a licença para a implementação de PCHs no Jalapão foi negada por dois anos consecutivos.  Questionado sobre este novo processo de licenciamento, o diretor de licenciamento do órgão Mauricio José, disse preferir não falar sobre o assunto, por ser, segundo ele,  uma questão interna do Naturatins. “Prefiro não mexer nisso agora. Os interessados ainda estão em fase de estudos e análise da viabilidade de implantação do empreendimento, por isso solicitaram manifestação do órgão”, disse. Ele resgatou a nota técnica da Agência Nacional de Águas (ANA), datada de 2009, que prevê plano estratégico que proíbe a instalações de hidrelétricas na Bacia do Rio do Sono até o ano de 2025. “Estamos levantando os argumentos ainda, mas acredito que com isso, esse projeto não saia”, finalizou.

Por necessitarem apenas de uma queda de água e pouca vazão, as PCHs, proliferam sem controle, engolem cavernas e destroem corredeiras. Além dos impactos ambientais, as PCHs por gerarem somente 30MW, são isentas de pagamento de royalties aos municípios, ao contrário das grandes hidrelétricas.

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