Tuesday, 15 de October de 2019

JUSTIÇA


Porto

Judiciário ajuda a promover 1º Curso de Formação da Rede de Atendimento à Mulher de Porto Nacional

30 Mar 2019    14:22    alterado em 30/03 às 14:22
Judiciário ajuda a promover 1º Curso de Formação da Rede de Atendimento à Mulher de Porto Nacional

O atendimento à mulher vítima de violência doméstica e sexual foi o tema do 1º Curso de Formação da Rede de Atendimento à Mulher de Porto Nacional, promovido pela Defensoria Pública do Estado em parceria com Judiciário e outras instituições. A formação, realizada de 27 a 29 de março, abordou desde o primeiro acolhimento institucional, por meio da Polícia Civil, até a tramitação do processo no Judiciário e comunicação à vítima das decisões judiciais sobre o agressor.

A assistente social Mirtes Pereira de Moura, da Vara Especializada no Combate à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, ministrou o tema “Atendimento às mulheres em situação de violência – a mulher e as dificuldades em romper da relação violenta, ciclos de violência”.

A delegada Milena Santana de Araújo Lima, uma das instrutoras do curso, destacou a importância do bom atendimento, “pois é nesse momento em que somos convidados a entrar na vida mais íntima de uma família”, explica.

Reeducação para o agressor
O curso destacou ainda a necessidade de tratamento do agressor, como parte do núcleo familiar em desequilíbrio, e foi firmado um convênio entre Ministério Público do Estado e Poder Judiciário para realização do projeto "Desconstituindo o Mito de Amélia", que objetiva qualificar a política de atendimento à mulher que sofre violência doméstica, determinando acompanhamento e mudança do agente agressor.

O juiz Allan Martins Ferreira, titular da 2ª Vara Criminal de Porto Nacional, participou do evento e destacou a importância do amparo às vítimas e o tratamento do agressor. “Os crimes de violência doméstica representam quase 20% de todos os crimes que julgo na 2ª Vara Criminal. Não adianta apenas punir o agressor se a própria vitima é relegada, não tem para onde ir e não tem uma casa para abrigá-la. Precisamos sanar essas falhas, bem como prevenir essas ações com educação do agressor”, concluiu o magistrado.

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