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Ex-colegas de aula participaram do 8º Encontro do Grupo Santo Antônio, realizado entre os dias 1º e 3 de maio, em Palmas, em uma programação que valorizou o turismo, a convivência e as lembranças afetivas

Divulgação.

O grupo é formado por amigos que cresceram juntos nas décadas de 1970 e 1980, durante o primário, o ensino fundamental I e parte do fundamental II.

Há momentos que não são apenas encontros — são reencontros com a própria história. Décadas depois de dividirem as mesmas salas de aula e corredores escolares, ex-alunos do Colégio Santo Antônio, em Grajaú (MA), voltam a se abraçar, provando que o tempo pode até seguir seu curso, mas jamais apaga vínculos construídos na infância.

O grupo é formado por amigos que cresceram juntos nas décadas de 1970 e 1980, durante o primário, o ensino fundamental I e parte do fundamental II. Ainda jovens, foram levados a seguir caminhos diferentes em busca de formação acadêmica — uma separação inevitável, mas que nunca foi capaz de romper o elo que os unia.

Mesmo com a distância, a rotina e os rumos distintos da vida, a amizade permaneceu intacta, guardada em um lugar especial. Foi esse sentimento que motivou a criação dos encontros anuais, dedicados a revisitar o passado, reforçar laços e viver novas experiências.

A iniciativa nasceu do entusiasmo da empresária Magda Falcão, que incentivou e esteve à frente da organização dos seis primeiros eventos. Desde o início, a proposta contou também com o reforço financeiro dos advogados Antônio Fernando Barros e Wlisses Ferraz, cuja contribuição foi essencial para fortalecer a continuidade do projeto.

Encontros itinerantes

Tradicionalmente realizados em Grajaú, cidade onde tudo começou, os encontros passaram, nos últimos anos, a ganhar novos horizontes — ampliando não apenas a geografia, mas também as vivências, abrindo espaço para outras narrativas. Apoiado nesse pilar, em 2025, o grupo se reuniu em São João dos Patos (MA), sendo recepcionado pela colega Andrelina Nascimento.

O sucesso fora do seu reduto original despertou o desejo de ir mais adiante. Em 2026, o grupo chega à sua 8ª edição e, pela primeira vez, ultrapassa as fronteiras maranhenses para escrever um novo capítulo dessa jornada em Palmas, capital do Tocantins.

A escolha tem um sentido especial. A cidade é lar, há mais de 30 anos, da jornalista Thelma Maranhão e do servidor público Valmir Vieira, que, ao lado de sua esposa, Inácia Vieira, assumiram com dedicação o papel de anfitriões. O encontro concentrou cerca de 40 participantes, vindos de várias cidades do Maranhão, assim como de São Luís, Goiânia e Manaus — todos embalados pela mesma expectativa: a de reencontrar suas raízes e construir conexões ainda mais fortes.

Lazer, turismo e reencontro

Muito além de uma agenda, os dias foram desenhados para proporcionar uma experiência sensorial e calorosa, incluindo um passeio pelo Lago de Palmas, a bordo de um flutuante, com paradas na Ilha do Paulo e na encantadora Ilha Canela Beach, além da contemplação do pôr do sol — um dos cartões-postais mais emblemáticos da capital, cenário de abraços demorados, sorrisos espontâneos e muitos cliques repletos de significado.

Hospedados em uma chácara à beira do lago, os participantes viveram dias intensos, marcados por uma atmosfera acolhedora, cercados pela natureza e tendo como pano de fundo uma vista privilegiada da capital tocantinense. O ambiente se transformou em palco para momentos de integração e celebração à vida.

Durante os três dias e noites, não faltaram motivos para brindar. Entre conversas que atravessaram o tempo, brincadeiras e histórias recordadas, a música teve papel especial. Três cantores se revezaram em apresentações que resgataram o repertório das antigas boates de Grajaú — e, como em um retorno simbólico à juventude, todos dançaram, cantaram e se permitiram reviver, sem reservas, uma das fases mais marcantes de suas vidas.

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Laços que o tempo não desfaz

Cada instante vivido carregou um valor único — daqueles que não cabem apenas em palavras, mas que se perpetuam na memória e no coração.

Uma das organizadoras do encontro, Thelma Maranhão, destacou a emoção de sediar o evento em Palmas.
“São amigos que fazem parte da minha vida, da minha história. Recebê-los aqui é voltar ao passado com alegria e exaltar tudo o que construímos ao longo de tantos anos. É uma emoção que não tem medida”, afirmou.

Valmir Vieira também ressaltou o sentimento que marcou o reencontro.
“É uma felicidade imensa poder acolher esse grupo aqui. É a oportunidade de retribuir essa amizade que tanto prezo e mostrar um pouco da cidade que hoje também faz parte da nossa trajetória”, pontuou.

Encerrado o evento, fica mais do que a saudade — fica a gratidão e a certeza de que algumas conexões são eternas. Laços que resistem ao tempo, às distâncias e às mudanças da vida. E que, ano após ano, encontram no reencontro a sua forma mais bonita de permanecer.

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