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Dados Positivos

Apenas 6,9% das pessoas dentro da força de trabalho estão sem trabalho formal ou informal, o indicador tocantinense está bem abaixo da média nacional, que ficou em 8,8%.

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O Tocantins fechou o primeiro trimestre de 2023 com uma taxa de desocupação de 6,9%, mantendo-se entre os estados com o menor índice de desemprego da Região Norte, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgada na última quinta-feira (18), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O indicador tocantinense fica atrás apenas de Rondônia (3,2%) e Roraima (6,8%), além de estar abaixo da média nacional, que ficou em 8,8%. No Estado, há aproximadamente 1,27 milhão de pessoas acima de 14 anos, das quais 806 mil fazem parte da força de trabalho. Dentre essas, 751 mil estão ocupadas, enquanto 56 mil pessoas estão desempregadas.

Esse índice é o menor em doze anos para o primeiro trimestre, desde que a PNAD Contínua foi implantada definitivamente, em janeiro de 2012. Na comparação com janeiro a março do ano passado, quando a taxa de desocupação era de 9,3%, houve redução de 2,4 ponto percentual. Em 2021 foi de 17,1% (resultado da pandemia); em 2020, de 11,5%; em 2019, de 12,5%; em 2018, de 11%; em 2017, de 12,7%; em 2016, de 10,8%; em 2015, de 8,9%; em 2014, de 8,6%; em 2013, de 9,3%; e em 2012, de 8,4%.

Em relação ao trimestre anterior (5,2%, a menor taxa registrada pelo Tocantins desde 2012), houve uma pequena diferença de 1,7 pontos percentuais. O índice é considerado estável pelo IBGE. Historicamente, esse aumento nos primeiros meses do ano reflete, por exemplo, o desligamento de empregados temporários contratados no fim do ano anterior e uma maior pressão sobre o mercado de trabalho no período.

“O Governo do Tocantins, através da Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços (Sics) tem investido em projetos para garantir uma mão de obra qualificada. Também tem conseguido atrair grandes investimentos, empresas que possam se estabelecer no Estado e absorver essa mão-de-obra tocantinense. Nosso papel, enquanto Estado, é criar um ambiente de negócios favorável, investir em infraestrutura, garantir segurança política e jurídica, além de buscar cada vez mais investidores para criar novas oportunidades para a nossa população”, afirmou o secretário Carlos Humberto Lima, gestor da Sics.

Graziela Duarte/Secom.

Créditos da foto: Banco de Imagens

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