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Mulher

No Centro Flor de Lis a mulher recebe atendimento por demanda espontânea ou por encaminhamento de algum parceiro da rede de proteção à mulher

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Nesta terça-feira, (20), a diretora da Promoção da Diversidade Cultural, da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural, do Ministério da Cultura, Karina Miranda da Gama, visitou o Centro de Referência da Mulher Flor de Lis e a Casa Abrigo da Mulher em Palmas. A secretária-executiva de Desenvolvimento Social, Fernanda Pitaluga, conduziu a visita e explicou sobre a Rede de Apoio que atende as mulheres palmenses em situação de violência doméstica.

“Esse momento para conhecer a rede de atendimento à mulher foi muito valoroso pois todas as ações e políticas públicas devem ser coordenadas e transversais para que todas as mulheres sejam beneficiadas. Temos no Ministério editais e ações que podem ser direcionados para as mulheres vítimas de violência doméstica, dando-lhes a oportunidade de conquistar independência, promovendo o empoderamento, a autonomia financeira e o reconhecimento do seu potencial na condução do seu futuro”, destacou Karina Gama.

Já a secretária-executiva da Sedes, Fernanda Pitaluga, falou sobre os serviços em rede “O Centro Flor de Lis é uma das portas de entrada para o atendimento das vítimas, mas também é de muita importância a ação da rede de apoio que é formada por parceiros das áreas de segurança pública, saúde, e da justiça. Um dos serviços mais importantes é a casa de acolhimento, onde a mulher fica hospedada de forma sigilosa e segura”, explicou a gestora.

Rede de Apoio

No Centro Flor de Lis a mulher recebe atendimento por demanda espontânea ou por encaminhamento de algum parceiro da rede de proteção à mulher como a Defensoria Pública, por exemplo. Os atendimentos são realizados por técnicos especializados, assistentes sociais, psicólogos e outros, podendo ser feitos individualmente ou em grupo.

São parceiros que integram a rede de apoio à mulher vítima de violência em Palmas: a Guarda Metropolitana de Palmas (GMP), a Polícia Militar (PM) com a Patrulha Maria da Penha, a Polícia Civil (PC), o Núcleo de Vigilância e Prevenção de Violências e Acidentes, Promoção da Saúde e Cultura de Paz (Nupav), a Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO), o Ministério Público Estadual (MP-TO), a Ordem dos Advogados do Brasil seccional Tocantins (OAB Tocantins).

Texto:Eliene Campelo/Sedes

Edição:Deni Rocha/Secom

Foto: Lia Mara

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