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Empreender

Dados do Sebrae/TO apontam que 59,3% contra 51% na média nacional, ou seja, 16% a mais que os números nacionais

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Luana Evangelista –luanajlima@gmail.com

O número de mulheres no comando de seus próprios negócios vem crescendo cada vez mais. Uma pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), identificou que mais de 58 mil mulheres, tocantinenses, são donas de suas próprias empresas. Entre elas, está a jovem Sarah Pires, 30 anos, que atualmente comanda duas pequenas empresas, que estão no mercado há mais de seis anos. “A minha primeira empresa tem seis anos e meio e a segunda, quatro anos. Paralelo a gestão das duas empresas, faço a co-apresentação de um programa de televisão todos os domingos e vou fazer um programa rural de TV, diário. Aí me perguntam em que tempo farei tudo isso? Aí eu digo: na vida, quanto mais coisas você faz, mais tempo a gente tem”, conta Pires.

A Analista do Sebrae/TO, Sirlene Martins, explica que 32% dessas têm até 34 anos, 48% têm entre 35 anos a 54 anos e 19% têm 55 ou mais anos. “Um dado interessante é que 75% dessas empresas possuem mais de dois anos de atividade, ou seja, elas já passaram da fase mais difícil do empreendedorismo. Essa participação cresce ano a ano. É o modelo de negócio que mais cresce no País. Então, da mesma forma que as mulheres têm ocupado espaço, serviços e empregos em grandes empresas, elas também estão buscando o seu espaço no empreendedorismo”, complementa.

O levantamento aponta ainda que 87% dessas empresas no Tocantins, geridas por mulheres, possuem de um a cinco empregados e 24% dessas empreendedoras têm formação superior. “O Tocantins ainda tem muitas oportunidades, mas vejo que tenho conseguido fazer um trabalho diferenciado, isso porque eu consegui montar uma equipe muito boa. Hoje eu saí do operacional e estou no estratégico. Nós enquanto gestores, temos que desapegar desse negócio de querer fazer tudo, isso é impossível. Precisamos delegar e confiar naqueles que estão ali para desenvolver. Atualmente tenho um quadro de seis colaboradores que fazem as coisas acontecerem”, explica Sarah Pires.

Desafios

Apesar dos números indicarem que muitas mulheres no Tocantins enfrentam o desafio de empreender, não é de hoje que elas se deparam com dificuldades no mercado. Isso porque, além de terem que provar que são competentes, elas também precisam administrar a dupla ou tripla jornada (empreendedora, mãe – muitas delas solo – e dona de casa), como é o caso da Sarah.

“Muita gente comenta comigo que faço algo extraordinário que é da conta de tudo isso. Sou uma mãe atípica, porque minha filha é uma filha atípica, não é uma criança típica, porque ela tem autismo. E nossa rotina começa bem cedo. Acordamos por volta de 7h, tenho uma babá que me ajuda, tomamos café e durante toda a semana, pela manhã, minha filha tem as atividades dela que são: fono, terapia ocupacional, motricidade e o que mais for necessário. Então, levo ela todos os dias e busco nas suas atividades. Sempre que possível, almoçamos juntas. Tento fazer isso porque é importante esse nosso momento de almoçarmos juntas. A tarde trabalho e a noite temos nosso momento de brincar, de remédios, crises do autismo”, explica.

Ainda de acordo com Sarah, ela tem uma agenda que coloca tudo para não esquecer nada. “Não sou de reclamar, e, temos duas opções: ou faz reclamando ou faz sem reclamar. Eu prefiro fazer sem reclamar, porque tenho que fazer de qualquer jeito. É minha obrigação”, pontua.

Negócios x lar

Dados do Sebrae/TO, apontam que o Tocantins é o Estado com a maior proporção de donas de negócio que são provedoras do lar, 59,3% contra 51% na média nacional. Ou seja, 16% a mais que os números nacionais. “Ser mãe, ser empreendedora, mãe de petz, mãe de plantas, entre tantas outras outras atribuições, é um perrengue sem fim (risos). Acumular funções de cuidado exige uma disposição física e mental gigante, mas, entender seus limites é importante para conseguir conciliar tudo. Tentar encarar com leveza os negócios e o lar, é um desafio diário”, explica a micro-empreendedora Letícia Camara Ferreira.

E, para dar conta de tantas tarefas no dia, as empreendedoras fazem um malabarismo. Sarah, por exemplo, conta que leva sua filha Isis Pires Cordeiro, de apenas 3 anos, para a empresa, eventos, reuniões. “Meus clientes são muito compreensivos com relação a isso. Claro que tento ponderar porque ela tem dificuldade de socializar, por ter autismo, mas ela entende que é meu trabalho e eu entendo até que ponto ela pode ficar. Vivemos um momento diferente, onde as pessoas não têm mais preconceito com relação a isso. Meu sonho é ter um berçário nas minhas empresas. Com certeza os colaboradores rendem mais e melhoram a convivência familiar”, pontua Sarah.

Sarah conta ainda que empreender não é fácil, mas é possível. “O primeiro passo é querer, o segundo passo é ter organização, tudo dá certo. E mais, tem gente que nasce com vocação, outros não tem mais quer tanto que consegue. E, para isso, tem o Sebrae que dá um suporte muito grande para que possamos empreender com qualidade e eficiência”, finaliza a empreendedora Sarah Pires.

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