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EM ARAGUAÍNA

A primeira-dama ouviu demandas e medidas necessárias para reduzir os números de violência contra a mulher no Tocantins

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Cumprindo agenda em Araguaína, norte do Estado, a primeira-dama e secretária extraordinária de Participações Sociais, Karynne Sotero, esteve nesta segunda-feira, 03, na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), para conhecer a estrutura e os atendimentos realizados.

Recebida pelas delegadas e servidores da unidade, a primeira-dama ouviu demandas e tomou conhecimento da realidade no que diz respeito à violência contra a mulher na região.

Em 2023, a DEAM de Araguaína registrou 783 inquéritos relacionados à violência contra a mulher que resultaram em mais de 800 boletins de ocorrência e 705 medidas protetivas. Tais dados refletem uma triste realidade: segundo o Fórum Nacional de Segurança Pública, o Tocantins foi o 2º estado da federação com o maior número de casos de violência contra a mulher no ano passado. Municípios como Xambioá e Goiatins são alguns dos que registram maiores números.

Sensibilizada com os números apresentados pela equipe da DEAM, a primeira-dama se colocou à disposição para buscar soluções para os desafios enfrentados. “Todo mundo sabe que o grande propósito da gestão do governador Wanderlei Barbosa é cuidar das pessoas, principalmente das mais vulneráveis como as mulheres vítimas de violência. Precisamos unir forças pra tirar o Tocantins dessa posição no ranking e mudar essa realidade”,

A delegada da DEAM, Sarah Lilian, ressaltou os esforços feitos pelo Governo do Estado para que seja feito o acolhimento adequado às vítimas, mas a alta demanda ainda é um desafio, afinal, muitas mulheres dos estados do Pará e do Maranhão também procuram a unidade pela proximidade geográfica. A delegacia é uma das onze do Tocantins que também atendem mulheres vítimas de violência e uma das três especializadas apenas nesse tipo de ocorrência.

“Há necessidades como a implementação completa da rede de proteção, de um maior apoio para as nossas delegacias e de uma central 24 horas que precisam ser atendidas para que essa vítima se sinta acolhida e rompa esse ciclo de violência doméstica. Romper o ciclo é algo muito difícil. Então a estrutura do Estado tem que estar pronta para receber e encorajar essa vítima”, declarou a delegada.

A delegada regional Ana Maria Varjal também acompanhou a visita.

Violência contra idosos

No mesmo prédio, funciona a Delegacia Especializada no Atendimento às Vulneráveis (DEAMV), que recebem casos de crianças, adolescentes, pessoas com deficiência (PCD), populações LGBTQIA+ e idosos vítimas de violência.

Apenas contra idosos, segundo dados da unidade policial, em 2023 foram registradas 21 ocorrências, somente em Araguaína, enquanto 2024 já soma oito casos.

Camila Mitye/Governo do Tocantins

Foto Loise Maria/Secom.

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