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OPINIÃO

Que as EMENDAS deixem de ser a bandeja farta mostrada pelo “Primo Rico” ao “Primo Pobre”, que a vê e não alcança. Que os “Primos Pobres” façam do seu voto arma contra aqueles que usurpam sua dignidade

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Nunca se viu tanto neste país falar de cifras bilionárias resumidas em uma única palavra: emendas. Sempre inovando nas suas nomenclaturas, que vão de bancada, comissão, relator, individual, aditiva, aglutinativa, modificativa, supressiva, redação, subemenda e por último a tão famigerada emenda pix. Juntando todas elas, no caso as destinadas ao Tocantins, e distribuindo-as de forma igualitária com a população pobre desse rincão nortense, certamente nosso Tocantins seria um estado de classe média rica, longe das desigualdades socias que assolam grande parte da população brasileira. Mas o que assistimos na realidade nos leva à suntuosa sala do Primo Rico, do programa Balança Mais Não Cai, exibido na Rádio Nacional do Rio de Janeiro e TV Globo nas décadas de 70, 80 e 90, interpretado pelo genial Paulo Gracindo, que recebia frequentemente em sua mansão o Primo Pobre, encenado pelo glorioso Brandão Filho, que era hipnotizado com a bandeja farta de alimentos, a qual nunca consegui alcançar.

No centro dos grandes escândalos, as famigeradas emendas passaram a ser a principal arma daqueles que detêm o poder emanado pelo povo, daqueles que usam dessa prerrogativa de poder não como contrapartida de benefícios para aqueles que os conduziram ao poder, e sim como barganha para se perpetuarem nele. Graças a essas emendas, tão questionadas juridicamente, os parlamentares conseguem amordaçar governos por meio da oferta de benefícios próprios e dos grupos que os cercam. Exemplo maior do toma-lá-dá-cá das emendas é a dificuldade do governo federal e dos governos dos estados e municípios em destravar pautas que trariam benefícios sociais para a população de baixa renda. Todos os projetos enviados ao Congresso, Senado, Assembleias e Câmaras Municipais têm seu andamento atrelado à liberação das emendas. Nessa guerra escancarada aos olhos da sociedade e do Judiciário, sempre saem vencedores os inescrupulosos parasitas que tramam em desfavor daqueles que os colocaram lá.

Em 2026, ano eleitoral, a população brasileira precisa identificar esses asseclas, que em vez de utilizar essas emendas para amenizar o sofrimento de milhares de brasileiros situados na linha extrema de pobreza, usurpam esses recursos em detrimento dos seus interesses. O tocantinense terá o desafio de analisar a vida e conduta de cada um postulante à reeleição e também daqueles que almejam tais cargos pela primeira vez. Para isso, basta uma simples pesquisa no histórico de cada um. Em outubro de 2026 todos passarão pelo julgamento popular para renovação dos seus mandatos. Com a facilidade de acesso à informação, não vai ser difícil identificar se os milhões e bilhões em emendas destinadas por eles realmente chegaram ao destino final. Particularmente acredito que não, e a prova disso é visível quando enxergamos uma população carente de assistência por parte dos poderes públicos.

No caso especifico do Tocantins, em outubro de 2026 será renovado o mandato de oito deputados federais e dois senadores. Desses parlamentares citados, todos são candidatos à reeleição ou pretendem pleitear um cargo acima do que ocupam. Os deputados federais Alexandre Guimaraes (MDB), Carlos Gaguim (União) e Vicentinho Júnior (PP) demonstram querer ocupar as duas cadeiras disponíveis no Senado. Já os senadores Eduardo Gomes (PL), que ocupa cargo de destaque como primeiro vice-presidente da mesa diretora do Senado, e Irajá Silvestre (PSD), postulantes naturais à reeleição, também devem tentar renovar seus mandatos. Em relação aos dois senadores, existe o peso de comprovarem suas inocências até outubro do próximo ano, já que são apontados em inquéritos da Polícia Federal que apura desvios de recursos em emendas. Os nomes dos senadores foram divulgados em matérias pela imprensa nacional e local.  Em relação aos atuais 24 deputados estaduais, alguns deles já demonstram querer alçar voo para Brasília. 

Mesmo em 2023 o Tocantins tendo registrado a menor taxa de pobreza desde 2012, ficando em 2° lugar na região Norte e Nordeste, atrás apenas de Rondônia, é necessário um olhar atento para aqueles que dependem do poder público e sofrem as consequências dessas escolhas.  As emendas tão propaladas pelos seus autores devem ser enviadas com o máximo de transparência para que as mesmas cheguem ao destino final, que é o povo. É preciso menos vaidade e o máximo de transparência na destinação desses recursos. Quem destinou? para onde vai? quem recebeu? como foi aplicado?  quem se beneficiou?  Em um Tocantins gigante e rico em terras produtivas e belezas naturais e, mesmo assim, com muitos de seus filhos sem ter o que comer e nem onde morar, faz-se necessário que os recursos destinados às suas vidas cheguem em seus destinos.

Que as EMENDAS deixem de ser a bandeja farta mostrada pelo “Primo Rico” ao “Primo Pobre”, que a vê e não alcança. Que as vultosas CIFRA$ divulgadas diariamente pelos “Primos Ricos” Tocantins afora consigam chegar nas mesas dos “Primos Pobres” Tocantins adentro, transformando suas existências em vidas dignas e humanas. Que os “Primos Pobres” façam do seu voto arma contra aqueles que usurpam sua dignidade. 

Wibergson Estrela Gomes – editor O Girassol.

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Jornalista Wibergon Estrela Gomes - editor O Girassol.

Créditos:DIVULGAÇÃO.

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