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POLÍTICA

O encontro reuniu ex-ministros e ex-assessores do governo Dilma (2011–2016), período em que Kátia Abreu comandou o Ministério da Agricultura e Pecuária

Divulgação/reprodução.

Ex-senadora Kátia Abreu exige ficha de filiação ao PT ao lado do presidente Lula e da ex-presidente Dilma.

A ex-senadora Kátia Abreu participou, na noite desta segunda-feira, 27, de um jantar oferecido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à ex-presidente Dilma Rousseff, no Palácio da Alvorada, em Brasília.

O encontro reuniu ex-ministros e ex-assessores do governo Dilma (2011–2016), período em que Kátia Abreu comandou o Ministério da Agricultura e Pecuária. O evento teve caráter de homenagem à ex-presidente e também serviu como espaço de reencontro entre integrantes da antiga equipe de governo.

A presença de Kátia Abreu reforça sua ligação política com o grupo que integrou a gestão Dilma, além de evidenciar sua participação em agendas de articulação em Brasília. O jantar foi marcado por conversas institucionais e troca de impressões sobre o cenário político nacional.

Nos bastidores, encontros dessa natureza costumam funcionar como momentos de aproximação e alinhamento entre lideranças que mantêm influência no debate público.

Atualmente, Dilma Rousseff preside o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), instituição financeira vinculada ao bloco dos Brics, com sede em Xangai, na China. A ex-presidente ocupa o cargo desde 2023 e tem atuado em agendas internacionais voltadas ao financiamento de projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável.

A vinda de Dilma ao Brasil ocorre dentro de uma série de compromissos institucionais, incluindo encontros políticos e agendas oficiais.

A participação de Kátia Abreu no evento é vista como indicativo de manutenção de vínculos políticos e de presença ativa em espaços estratégicos da política nacional e forte pretensão de candidatura ao governo do Tocantins. Para analistas, o reencontro entre nomes do governo Dilma também sinaliza movimentações e articulações que podem refletir no cenário político nos próximos anos.

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