O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) no Tocantins, Nile William, anunciou nesta segunda-feira, 2, em vídeo publicado nas redes sociais o início da campanha “Tocantins vira com Lula”. A mobilização tem como objetivo reunir a militância e apoiadores do partido em busca de uma virada do candidato à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no segundo turno.
Em sua fala, Nile afirmou que, neste momento, todos são coordenadores da campanha do Lula, em cada cidade, comunidade e canto do estado, ressaltando que cada voto importa.
O líder partidário convocou petistas e simpatizantes a intensificarem o trabalho nesta fase da campanha, com ações de mobilização, diálogo com eleitores e divulgação das propostas do candidato.
Segundo o presidente estadual do PT, o momento exige dedicação e união dos apoiadores para ampliar a votação do candidato no Tocantins e contribuir para sua vitória neste segundo turno.
Nile William declarou ainda que o pleito representa um momento decisivo para o país, classificando a disputa como “a eleição da vida” em defesa da democracia.
Kátia Abreu
A coordenadora da campanha do presidente Lula no Tocantins, Kátia Abreu, também se pronunciou e divulgou carta aberta ao eleitorado tocantinense nesta terça-feira, 6. No documento, a ex-senadora afirmou que se reunirá hoje, em Brasília, com a coordenação da campanha do presidente para conhecer as estratégias que serão aplicadas no segundo turno e, posteriormente, no Tocantins. Katia ainda destacou a trajetória pessoal e política do presidente Lula.
“Poucas histórias representam isso tão bem quanto a história do nosso presidente Lula. Um menino pobre e nordestino, criado sem pai, mas com a presença de uma mãe forte e corajosa que educou Lula e sete irmãos com dignidade. Um torneiro mecânico, que se tornou líder sindical e enfrentou os mais poderosos para defender a classe trabalhadora. Um homem que conheceu a fome, enfrentou perdas e atravessou algumas das maiores dores que a vida pode impor a alguém”, declarou.
Segundo a ex-senadora, este não é o momento de divisões, mas sim de unir forças, intensificar o diálogo e ampliar a mobilização.