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PROTEÇÃO AMBIENTAL

Boletim Mensal emitido pelo Cigma aponta que 78,6% da área desmatada no período ocorreu com autorização ambiental

Marcel de Paula/Secom.

O Estado mantém como meta o desmatamento ilegal zero até 2030.

O Governo do Tocantins registrou a redução de 19,9% na área desmatada no período de janeiro a julho de 2025, com um total de 844,4 km², resultado da comparação com os 1.054,0 km² registrados no mesmo período de 2024.

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) publicou nessa quinta-feira, 7, o Boletim Mensal de Desmatamento nº 11/2025, feito pelo Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma/Semarh), com dados da área desmatada no estado entre janeiro e julho deste ano.

Do total de área desmatada no período, 72,4% ocorreram com autorização ambiental vigente, 6,2% em áreas autorizadas com deslocamento, que somados registram 78,6%, enquanto o desmatamento não autorizado representa 21,3% do total registrado. O Estado mantém como meta o desmatamento ilegal zero até 2030.

“Esta redução na área desmatada do Tocantins nos sete primeiros meses é resultado direto da articulação entre o governo estadual e o setor produtivo. Seguimos investindo na estrutura tecnológica, em ferramentas de monitoramento, aquisição de equipamentos e incentivo à produção sustentável”, afirmou o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Marcello Lelis.

Os meses da estação seca, especialmente maio, junho e julho, concentraram os maiores registros de desmatamento no período, conforme os dados do boletim.

Quanto à distribuição por bioma, o Cerrado concentra praticamente toda a área desmatada no estado, com 842,4 km². Já o Bioma Amazônico, localizado na região norte do Tocantins, registrou apenas 2,0 km² de supressão da vegetação.

Os dados apresentados neste boletim são do sistema Deter (Avisos), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e pelo Cigma/Semarh, ferramenta estratégica utilizada pela Secretaria para acompanhar e controlar as mudanças no uso do solo em todo o estado.

Lúcia Moraes/Secom.

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