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SEGURANÇA

O PL já está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto)

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Proposto pelo deputado estadual Jair Farias (UB), o Projeto de Lei nº

536/2023 determina que cursos e escolas de formação de segurança e

vigilância privada incluam conteúdos de caráter antirracista em seus

programas, como forma de combater e prevenir práticas de violência

contra a população negra.

O PL já está em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Redação

(CCJ) da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto).

Além de incluir a temática antirracista para formação de novos agentes,

o texto determina que o mesmo conteúdo também seja inserido nas

capacitações voltadas aos agentes que já prestam serviços, em programas

de reciclagem profissional.

A proposta estabelece, ainda, que as empresas selecionadas em processos

públicos ou privados para contratação de serviços de segurança e

vigilância comprovem a adoção dos conteúdos antirracistas na formação

dos seus agentes.

Segundo o autor do projeto, o racismo é uma das principais fontes da

violência cometida por agentes de segurança e vigilância privada contra

a população negra.

“As empresas de vigilância e segurança privada não podem continuar a ser

reprodutoras dessa barbárie, e somente através da educação e formação

desses profissionais é que poderemos vislumbrar alguma transformação na

conduta e abordagem às pessoas negras”, justifica o parlamentar.

Temas obrigatórios

A formação, prevista no PL, prevê a abordagem dos seguintes temas:

história da formação da população brasileira; diáspora africana;

contribuição do escravagismo na desigualdade social; impactos gerados

pelo racismo; lutas e contribuições da cultura negra e indígena nas

áreas social, econômica e política brasileira; prática e métodos de

abordagem não violentos e não discriminatórios; e abolição das práticas

de contenção e imobilização com potencial de lesões ou morte.

Luiz Melchiades

Foto: Clayton Cristus

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