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Estadista

A proposta defendida pelo governador em ralação ao agro sustentável mostra a preocupação com a preservação do meio ambiente e seus povos originários.

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Quem esteve na abertura da Agrotins na manhã de quinta-feira, 18, pôde ver a organização e qualidade da maior feira do agronegócio da região norte do Brasil. O governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) mostrou e deu exemplo de que na política nada se constrói com desavenças ou picuinhas. A prova maior foi a rapidez com que resolveu as arestas do episódio da saúde com a prefeita Cinthia Ribeiro e também a boa convivência com o adversário Eduardo Gomes, que coordenou a campanha do seu opositor Ronaldo Dimas. No palanque estava desde o presidente da Câmara, Arthur Lira, até políticos e empresários de vários estados. Todos os aliados e adversários estavam presentes em prol do desenvolvimento do agro tocantinense. Menos o senador Irajá Abreu que preferiu contribuir de forma negativa com a não vinda do ministro da Agricultura Carlos Fávaro, que acabou desmarcando a participação sem dar detalhes do motivo.

O aceno de paz proposto pelo governador entre o agro e o governo federal com o convite feito ao ministro da Agricultura Carlos Fávaro poderia ter surtido o efeito desejado se não fosse picuinhas provocadas pelo senador Irajá Abreu que até hoje não conseguiu descer do palanque em que a população tocantinense sufragou uma derrota jamais vista na sua trajetória política. A boa vontade e espírito estadista do governador foi referendado inclusive na imprensa nacional com matéria divulgada na revista Veja com o título “O estado que pode pacificar relação do governo Lula com o agro”. Todo esforço do governador em estabelecer uma ponte amistosa entre o agro e o governo federal esbarrou em interesses mesquinhos e eleitoreiros que contraria a grande necessidade e importância de mostrar para o Brasil e o mundo o potencial de celeiro sustentável que se desenvolve no estado mais jovem da federação.

A vontade do governador Wanderlei Barbosa de caminhar lado a lado com o governo Lula pode ser constatada em várias ações de alinhamento ideológico e administrativo com a política adotada pelo governo federal. A criação da secretaria dos Povos Originários e Tradicionais e Secretaria da Mulher são indícios de que o Tocantins não deseja caminhar em lados opostos. A proposta defendida pelo governador em ralação ao agro sustentável mostra a preocupação com a preservação do meio ambiente e seus povos originários. Com o tema “Compliance no Agro” o governo deixou cristalino que adotará e defenderá política no agronegócio focada no cumprimento das leis federais. No dicionário o termo Compliance é claro: “ato de estar em conformidade com determinadas leis, normas e regras. Pode ser tanto em relação às leis federais ou às políticas corporativas. Nas empresas, sua aplicação trata-se basicamente de estar em conformidade com os regulamentos, diretrizes e, claro, leis que regem sua atuação”.

Se os motivos que levaram a não vinda do ministro Carlos Favaro ao Tocantins foram realmente frutos de picuinhas de quem não consegue conviver com o contraditório é bom ficar claro que o grande prejudicado não foi o governador Wanderlei Barbosa e sim todo o povo tocantinense. Quem perde com o boicote ao bom relacionamento dos governos estadual e federal não é o Palácio Araguaia e sim a máquina chamada Tocantins que a cada dia conquista seu espaço no cenário nacional como o grande celeiro de grãos e grande exportador de carne do Brasil.

O governador Wanderlei Barbosa vem conquistando a cada dia com humildade e muito trabalho a posição de grande estadista e liderança política que o povo tocantinense até pouco tempo atrás não conseguia ter.

A feira Agrotins 2023 marca o início de uma nova era no agronegócio brasileiro. O termo “Compliance” usado pelo governo mostra a vontade que o Brasil tem em acertar. O Tocantins assumiu o papel de fazer esse novo tempo acontecer. Certamente o ministro da agricultura Carlos Favaro já deve ter a consciência de que sua presença se faz necessária para a construção de uma relação amistosa naquela que é a alavanca propulsora do desenvolvimento econômico do país.

O governador Wanderlei Barbosa tem feito o dever de casa. Os adversários precisam descer do palanque e aceitar a vontade do povo. Daqui a três anos e meio as eleições para governador e senadores se repetem. Essa próxima eleição será de duas cadeiras para o senado. Se o governador continuar acertando, uma dessas cadeiras já tem nome. Quanto a outra cadeira basta ver quem estava em cima do palanque da Agrotins ao lado do governador. O senador Eduardo Gomes já está marcando território. Quanto ao senador Irajá Abreu, ou melhor Irajá Silvestre, como prefere ser chamado talvez o melhor seja engolir o choro ou terá que chorar novamente na próxima.

O Tocantins é a grande locomotiva que o Brasil precisa para mostrar ao mundo que o agronegócio pode ser desenvolvido com vontade e COMPLIANCE. (Gomes – O Girassol).

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