Candidato apresentou documento durante live, contestou publicação baseada em fontes não identificadas e defendeu que reta final seja marcada pelo debate de propostas
Vicentinho fez uma live nesta segunda-feira, 21, para rebater publicações que classificou como parte de uma “indústria da fake news” na reta final do primeiro turno. O candidato contestou três conteúdos publicados pelo Jornal Opção Tocantins e afirmou que informações falsas ou descontextualizadas precisam ser enfrentadas para não gerar dúvidas entre os eleitores.
Uma das publicações afirma que Vicentinho teria solicitado R$ 20 milhões para Bahia e Ceará. Durante a live, ele mostrou o ofício de 2020 citado na própria reportagem e explicou que, naquele período, atuava como vice-líder de um bloco na Câmara dos Deputados. Segundo o candidato, os recursos eram de indicações de parlamentares daqueles estados e o documento foi encaminhado por ele no exercício da liderança do bloco. A própria reportagem registra essa explicação.
Outra matéria afirma que integrantes da campanha já considerariam uma derrota e teriam voltado as atenções às candidaturas proporcionais. O texto atribui informações a interlocutores sem identificá-los nominalmente e menciona pesquisas internas sem apresentá-las. Vicentinho respondeu que o apoio aos candidatos a deputado estadual e federal ocorre desde a formação das chapas e destacou que a campanha segue unida.
O candidato também questionou a divulgação de um índice de 49,8% atribuído a Professora Dorinha. O número destacado pela publicação não corresponde a uma nova pesquisa eleitoral, mas a uma projeção do Plano Político elaborada a partir de pesquisas registradas e outras variáveis, conforme informa o próprio veículo.
“Uma mentira muitas vezes contada, se você não enfrenta, pode começar a gerar dúvidas naqueles que não têm conhecimento do que de fato está acontecendo”, afirmou Vicentinho.
Ao defender uma mudança de tom na reta final, o candidato disse que pretende continuar discutindo saúde, segurança, educação e desenvolvimento. “Está na hora de fazermos um pacto pelo Tocantins. As pessoas não querem saber de agressão gratuita, de ofensas ou da destruição de biografias. Querem saber quais são as propostas para consertar o Tocantins e colocar o nosso estado no lugar”, declarou.