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Cultura

Os povos indígenas do Oiapoque, no estado do Amapá, que são apresentados na exposição, vivem na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa.

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Evento:Sesc Amazônia das Artes

Exposição coletiva:“Waçá-wará”

Abertura:04 de julho, às 19h

Bate papo:com artistas Marli Labontê e Dienimison Sfair

Entrada:Gratuita

Local:Centro de Atividades do Sesc Palmas (502 Norte)

Se você se interessa e tem vontade de conhecer mais da arte e cultura indígena, o Sesc Amazônia das Artes recebe a exposição coletiva “Waçá-wará”, na Galeria de Artes do Centro de Atividades do Sesc em Palmas (502 Norte). O evento contará com abertura para o público no dia 04 de julho, e bate papo com os artistas Marli Labontê e Dienimison Sfair, às 19h.

Os povos indígenas do Oiapoque, no estado do Amapá, que são apresentados na exposição, vivem na fronteira do Brasil com a Guiana Francesa. São os Karipuna, Galibi, Galibi Marworno e Palikur, que habitam 67 aldeias localizadas nas Terras Indígenas Uaçá, Galibi e Juminã. A exposição estará aberta até o dia 02 de agosto.

Waçá-wará

Com objetivo de valorizar os conhecimentos e práticas culturais indígenas da região do Oiapoque, transmitindo conhecimento sobre sua arte e cultura, a exposição “Waçá-wara” retrata a produção da arte indígena contemporânea. As obras a serem expostas foram produzidas por um coletivo composto somente por artistas indígenas.

A exposição é uma curadoria feita pelo coletivo, trazendo para o público a produção da arte que foi realizada nos últimos dois anos nas Terras Indígenas do Oiapoque, apresentando pinturas em tela, desenhos, cuias e gravuras de autoria de mestres e artistas indígenas fundamentais para história da arte dos povos originários no país.

O ponto de ligação entre as obras é o olhar e a figura de cada artista, que vai trazer de forma singular as expressões contemporâneas dos conhecimentos e práticas tradicionais de cada povo indígena do Oiapoque.

Artistas

O coletivo de artistas indígenas Waçá-wará, começou a se formar a partir do Festival Corpus Urbis, que ocorreu em 2017, na Terra Indígena Uaçá, e contou com a participação de 47 artistas de diferentes regiões do país.

Keyla Palikur (povo Palikur-arukwayene)

Manulí (povo Galibi Kali’na)

Marli Labontê (povo Galibi Kali’na)

Dieimison Sfair (povo Karipuna)

Yermollay Caripoune (povo Karipuna)

Sesc Amazônia das Artes

É uma rede de intercâmbio das artes e da cultura, que cria laços e fortalece a criação artística, dando visibilidade para as potencialidades que aparecem no cenário cultural da Amazônia Legal e do Piauí, tornando-se um instrumento de transformação e de desenvolvimento da produção artística da região. Realizado em formato de mostras, o projeto oferece acesso a produtos culturais de forma gratuita, com apresentações e capacitação em diferentes áreas artísticas como Artes Cênicas, Música, Teatro, Circo, Dança, Audiovisual, Literatura e Artes Visuais.

Sobre o Sesc

O Serviço Social do Comércio (Sesc) é uma entidade privada sem fins lucrativos administrada pela Fecomércio Tocantins, que é ligada a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Por meio do acesso à cultura, educação, saúde, esporte, lazer e assistência, são oferecidos serviços e ações que melhoram a qualidade de vida dos brasileiros através de suas mais de 580 unidades por todo o país.

Sesc – Uma instituição do Sistema Fecomércio Tocantins.

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